Ativo
Na educação financeira, é o que coloca dinheiro no seu bolso. Na contabilidade, é tudo o que você tem.
Na prática: Um imóvel alugado, ações que distribuem lucro, títulos do Tesouro.
53 palavras do mercado explicadas em português claro, com um exemplo na prática. Sem cadastro.
Na educação financeira, é o que coloca dinheiro no seu bolso. Na contabilidade, é tudo o que você tem.
Na prática: Um imóvel alugado, ações que distribuem lucro, títulos do Tesouro.
Espalhar o dinheiro em investimentos diferentes para que um tropeço não derrube tudo.
Na prática: Ter renda fixa, ações de setores variados e um pouco em outras moedas, em vez de tudo num lugar só.
O aumento geral dos preços ao longo do tempo. Com inflação, o mesmo dinheiro compra menos.
Na prática: Com inflação de 5% no ano, o que custava R$ 100 passa a custar, em média, R$ 105.
Juros que rendem sobre juros: a cada período, o rendimento entra na conta e passa a render também.
Na prática: R$ 1.000 a 1% ao mês viram R$ 1.126,83 em um ano, e não R$ 1.120.
A facilidade de transformar um investimento em dinheiro na conta, rápido e sem perder valor.
Na prática: O Tesouro Selic pode ser resgatado em qualquer dia útil; vender um imóvel pode levar meses.
Na educação financeira, é o que tira dinheiro do seu bolso. Na contabilidade, é tudo o que você deve.
Na prática: Financiamento do carro, compras parceladas, cheque especial.
A classificação de quanto risco você aceita correr: conservador, moderado ou arrojado.
Na prática: Bancos e corretoras são obrigados a perguntar o seu perfil antes de oferecer investimentos.
O quanto o seu dinheiro consegue comprar. Cai quando os preços sobem mais do que o seu dinheiro rende.
Na prática: Dinheiro parado na conta perde poder de compra em todo mês com inflação.
O rendimento que sobra depois de descontar a inflação. É ele que mostra se você ficou mais rico de verdade.
Na prática: Rendeu 10% num ano de inflação de 4%: o ganho real foi de cerca de 5,8%.
Dinheiro separado para imprevistos, guardado em aplicação de baixo risco e resgate rápido.
Na prática: Uma referência comum é juntar de 3 a 6 meses do seu custo de vida.
A chance de o resultado ser diferente do esperado, inclusive de perder parte do dinheiro.
Na prática: Ações têm mais risco que o Tesouro Selic: podem render mais, mas também podem cair bastante.
O quanto um preço sobe e desce. Quanto mais volátil, maiores os sustos no caminho.
Na prática: Criptomoedas costumam ser muito mais voláteis que a renda fixa.
Título emitido por bancos: você empresta dinheiro ao banco e recebe juros. Tem proteção do FGC, dentro dos limites.
Na prática: Um CDB de 110% do CDI rende 10% a mais que o CDI no período, antes do imposto.
A taxa média dos empréstimos de um dia entre bancos. Anda colada na Selic e serve de régua para a renda fixa.
Na prática: Um CDB que paga 100% do CDI rende o mesmo que o CDI no período, antes do imposto.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central. Reúne-se oito vezes por ano para decidir a Selic.
Na prática: A decisão sai na noite da quarta-feira da reunião, com um comunicado explicando o motivo.
As taxas cobradas para cada prazo, do mais curto ao mais longo.
Na prática: Quando a curva abre, as taxas longas sobem; quando fecha, caem.
Fundo Garantidor de Créditos: devolve até R$ 250 mil por CPF em cada banco (ou grupo financeiro) que quebrar, com teto de R$ 1 milhão a cada 4 anos.
Na prática: Cobre poupança, CDB, LCI e LCA. Não cobre ações nem fundos; o Tesouro Direto tem a garantia do próprio governo.
Imposto cobrado sobre o rendimento de aplicações como CDB e Tesouro, com alíquota que cai conforme o tempo aplicado.
Na prática: Pela tabela atual, vai de 22,5% (até 6 meses) a 15% (acima de 2 anos).
O índice oficial de inflação do Brasil, calculado todo mês pelo IBGE.
Na prática: É o índice da meta de inflação e o que corrige os títulos Tesouro IPCA+.
Títulos de bancos que financiam o setor imobiliário (LCI) e o agronegócio (LCA). Têm proteção do FGC.
Na prática: Pelas regras atuais, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoa física.
A atualização diária do preço de um título de acordo com as taxas do dia.
Na prática: Por isso um título pode valer menos hoje e ainda assim pagar o combinado no vencimento.
Investimento com a taxa definida na compra: se ficar até o vencimento, você sabe quanto vai receber.
Na prática: Um prefixado de 12% ao ano paga 12% ao ano até o vencimento, aconteça o que acontecer com a Selic.
Investimentos em que a regra do rendimento é combinada na aplicação: um percentual do CDI, uma taxa prefixada ou a inflação mais uma taxa.
Na prática: Tesouro Direto, CDB, LCI e LCA são renda fixa. Fixa é a regra, não o valor do dia, que pode oscilar.
A taxa básica de juros do Brasil, definida pelo Copom. É a referência para empréstimos e para boa parte dos investimentos.
Na prática: Quando a Selic sobe, o crédito fica mais caro e a renda fixa passa a render mais.
Programa do Tesouro Nacional para você comprar títulos públicos pela internet, por meio de um banco ou corretora.
Na prática: Dá para começar com cerca de R$ 30.
Título que paga a inflação mais uma taxa combinada na compra. Protege o poder de compra no longo prazo.
Na prática: Vendido antes do vencimento, pode valer mais ou menos que o esperado, por causa da marcação a mercado.
Título público que rende a Selic. Tem baixo risco e oscila pouco, por isso é muito usado na reserva de emergência.
Na prática: Se a Selic sobe, ele passa a render mais nos dias seguintes.
Um pedacinho de uma empresa. Quem tem ações é sócio: participa dos lucros e também dos prejuízos.
Na prática: Cada ação tem um código na bolsa, como PETR4 ou VALE3.
A bolsa de valores do Brasil, onde se negociam ações, fundos imobiliários, ETFs, BDRs e outros ativos.
Certificado negociado na B3 que representa ações de empresas de fora do Brasil.
Na prática: É uma forma de investir em empresas americanas sem abrir conta no exterior.
Bull market é um período longo de alta. Bear market é uma queda forte e prolongada, muitas vezes de 20% ou mais desde o pico.
Pausa automática nos negócios da B3 quando o Ibovespa cai demais no mesmo dia.
Na prática: A primeira pausa acontece com queda de 10%. Foi acionado em março de 2020 e em outubro de 2026.
Comprar e vender o mesmo ativo no mesmo dia, tentando lucrar com oscilações curtas.
Na prática: Estudos com investidores brasileiros mostram que a grande maioria de quem insiste no day trade perde dinheiro.
Quanto a ação pagou em proventos nos últimos 12 meses em relação ao preço atual.
Na prática: Pagou R$ 2 por ação no ano e custa R$ 40: o dividend yield é de 5%.
A parte do lucro que a empresa distribui em dinheiro aos acionistas.
Na prática: Empresas lucrativas e maduras costumam distribuir mais, mas não há garantia.
Fundo negociado na bolsa que busca acompanhar um índice. Com uma só compra, você leva uma cesta de ativos.
Na prática: Há ETFs que seguem o Ibovespa, o S&P 500 e até o ouro.
Fundo que investe em imóveis ou em títulos do setor imobiliário e distribui rendimentos, geralmente todo mês. As cotas são negociadas na bolsa.
Na prática: Com uma cota, você passa a ter um pedacinho de shoppings, galpões ou escritórios.
O sistema da corretora em que você compra e vende ativos da bolsa pela internet.
O principal índice da bolsa brasileira: mostra o desempenho de uma carteira com as ações mais negociadas da B3.
Na prática: Quando o noticiário diz que a bolsa caiu, geralmente está falando do Ibovespa.
Outra forma de a empresa repassar lucro aos acionistas, com tributação diferente da dos dividendos.
O preço da ação dividido pelo lucro por ação. Indica quantos anos do lucro atual pagariam o preço.
Na prática: Um P/L de 10 quer dizer que o preço equivale a 10 anos do lucro de hoje. Sozinho, não diz se a ação é boa.
O preço máximo que você aceitaria pagar por uma ação, calculado por um método como Bazin, Graham ou Gordon.
Na prática: Cada método tem premissas; o resultado é uma referência, não uma garantia.
Pesquisa semanal do Banco Central com as projeções do mercado para inflação, Selic, PIB e câmbio.
Na prática: No DIR INVEST, dá para comparar o que o Focus esperava com o que aconteceu.
O alvo de inflação que o Banco Central persegue, definido pelo Conselho Monetário Nacional.
Na prática: A meta é de 3% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo.
A soma de todos os bens e serviços produzidos no país em um período. Mede o tamanho e o ritmo da economia.
A taxa de câmbio de referência do Banco Central, calculada a partir das negociações do dia.
Na prática: É usada em contratos e em cálculos de impostos de operações em moeda estrangeira.
Quando a economia encolhe por um tempo. Uma regra prática comum é dois trimestres seguidos de queda do PIB.
A primeira e maior criptomoeda, criada em 2009. O total que pode existir é limitado a 21 milhões de unidades.
O preço de uma moeda em outra. Quando o dólar sobe, importados e viagens ficam mais caros.
Moeda digital registrada em uma rede descentralizada (blockchain). Não é emitida por governos e costuma oscilar muito.
Criptomoeda que tenta manter valor estável, geralmente atrelado ao dólar.
Na prática: Depende de quem a emite manter reservas: o risco não é zero.
A Comissão de Valores Mobiliários: fiscaliza o mercado e registra quem pode oferecer investimentos e recomendações.
Na prática: Antes de seguir uma recomendação de investimento, confira se quem fala tem registro na CVM.
Esquema que paga os primeiros participantes com o dinheiro de quem entra depois. Quebra quando param de entrar pessoas.
Na prática: Desconfie de retorno alto e garantido, pressa para decidir e bônus por indicação.
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Criar conta grátisConteúdo educacional. Regras de imposto e garantias citadas são as vigentes em 2026 e podem mudar. Não é recomendação de investimento.